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Road Home

No sábado aconteceu o 11º encontro do Grupo de Estudo da Cultura Chinesa em Brasilia com a exibição do filme O Caminho para Casa, uma história bastante tocante.

Caso queira participar dos próximos encontros, mande um e-mail para gilberto.vaz@gmail.com.

Ficha Técnica:

Direção: Zhang Yimou; Duração: 85min;
Elenco: Zhang Ziyi, Sun Honglei, Zheng Hao, Zhao Yulian, Li Bin, Chang Guifa, Sung Wencheng, Liu Qi, Ji Bo, Zhang Zhongxi

Sinopse:

O “Caminho para Casa”, cujo título original é 我的父亲母亲 (wŏ de fù qīn mŭ qīn), literalmente “O Meu Pai e a Minha Mãe”, e que em inglês recebeu o título de The Road Home, é um drama romântico chinês de 2000, que marcou a estréia cinematográfica da atriz Zhang Ziyi. Esse drama é baseado no romance Remembrance, de Bao Shi.

Esta é uma história de amor entre uma garota do campo, da pequena aldeia de Sanhetun, junto às montanhas, e um jovem professor que vem da cidade. A morte desse professor anos mais tarde, traz seu filho de volta da cidade grande para lidar com as tradições
locais, as supertições e os costumes mantidos por sua mãe. Além disso, as memórias da mãe nos apresentarão a história de como os dois (Luo Changyu e Zhao Di) se conheceram e namoraram, entre trocas tímidas e penetrantes de olhares e olhadelas, sem ao menos um toque físico; olhares que viam e mostravam muito mais do que o simples interesse em se conhecerem, expressando muita emoção.

Merecem menção também a bela fotografia do filme, a demonstração de valores tais como o respeito pelos mais velhos, a gratidão dos alunos pelo professor, suplantando necessidades materiais, o respeito aos valores dos outros e o amor mútuo.

Abaixo fotos que fiz no dia.

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Domingo assisti Repórteres de Guerra (The Bang Bang Club, 2010), uma história baseada em fatos reais, tirado do livro, com o mesmo nome, de Greg Marinovich e João Silva.

Conta as experiências reais de quatro fotógrafos de guerra que presenciaram e fotografaram os últimos dias do’apartheid’ na África do Sul. Explorando as questões emocionais e morais associadas com a exposição da verdade.

Greg Marinovich (Ryan Phillippe), Kevin Carter (Taylor Kitsch), Ken Oosterbroek (Frank Rautenbach) e João Silva (Neels Van Jaarsveld) são quatro fotógrafos ligados por fortes laços de amizade. O grupo, conhecido como Bang Bang Club, arriscou suas vidas para contar ao mundo da brutalidade e da violência associada com as primeiras eleições livres no pós-apartheid da África do Sul no início dos anos 90.

Este período de intensa política e mudanças sociais forneceu seus melhores trabalhos (ganharam dois Pulitzers), mas lhes custou um alto preço.

Achei bem interessante o filme como um todo e foi legal ver um pouco do cotidiano desses fotógrafos, que diga-se de passagem são loucos. rs Alguns podem ficar animados em ter essa vida, mas eu mesmo que não tenho vontade de tomar tiro por aí.

Apesar de admirar a coragem e o trabalho deles, sempre ficava um pouco daquela sensação deles como abutres atrás da carniça, tanto que eles mesmos depois de algum tempo começam a se sentir mal ou perder a noção.

Enfim, vale a pena assistir.

Mais detalhes: http://www.imdb.com/title/tt1173687/